Bloco cirúrgico do Hospital de Boqueirão deixa de funcionar no dia 29

Reabertura depende de investimentos exigidos pela Vigilância Sanitária

Fotyo: Adriano Ellwanger/Clic Boqueirão

Bloco cirúrgico e outros setores precisam de investimentos

 

Está sacramentado. Ou o Hospital Dr Anuar Elias Aesse investe e melhora a sua estrutura ou terá de fechar seu bloco cirúrgico. Como não há tempo hábil para efetuar as reformas solicitadas pela Vigilância Sanitária Estadual, a Secretaria Municipal da Saúde –de onde vem a maior demanda, já busca outras casas de saúde para atender os pacientes do município. Inclusive, gestantes estão sendo comunicadas que a partir do fim do mês os procedimentos não serão realizados no hospital local, mas que ainda não está definido onde serão realizados os partos.

Segundo o secretário da Saúde João Piccoli como opções para receber os pacientes de Boqueirão estão hospitais dos municípios de Encantado, Arroio do Meio, Estrela e Teutônia. “Ainda nessa semana deveremos ter acesso aos custos dos investimentos solicitados, mas enquanto isso teremos que levar os pacientes para outro hospital, o que vai causar transtornos para o Município e para a população”, coloca.

ENTENDE O CASO
Segundo o Alessandro Weber, administrador da casa de saúde, a Vigilância Sanitária Estadual fez inspeção no hospital e solicitou algumas adequações, que incluem compra de equipamentos e reformas. A prioridade para essas obras são bloco cirúrgico e centro de materiais esterilizados. “Temos atá dia 29 de agosto para apresentar um cronograma de obras e o Município tem até esse mesmo dia para referenciar nascimentos. Poderemos continuar fazendo casos de emergência”, disse o administrador ao adiantar que após a execução das obras a entidade poderá voltar a utilizar o bloco em cirurgias eletivas.

Qeber destaca que além do bloco cirúrgico há obras importantes a serem desempenhadas na unidade hospitalar, como na lavanderia e na rampa de acesso ao piso superior. “Mas a prioridade é neste momento o bloco cirúrgico. O bloco é importante para o município, pois diminui riscos e transtornos em locomoção e gastos do município”, finaliza.

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