Ação sobre pedido de cassação da chapa Jocemar/Guto tem audiência amanhã

Eleições 2020

 

Apesar do clima bastante amistoso entre as coligações nas eleições de 15 de novembro, a campanha eleitoral de Boqueirão do Leão registrou neste ano duas ações na Justiça, uma impetrada pelo MDB contra PL/PDT e outra do PL/PDT contra o MDB.

Para amanhã, terça-feira, 1º de dezembro, está marcada a primeira audiência sobre a ação movida pelo partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB) de Boqueirão do Leão contra o atual vereador e então candidato a prefeito pelo Partido Liberal (PL), Jocemar Barbon, seu vice, Luis Augusto Schmidt, do Partido Democrático Trabalhista (PDT) -que acabaram eleitos com a diferença de dezoito votos e a então candidata a vereança do PL, Erica Fontana, que ficou suplente.

No pedido o autor -no caso o MDB- cita que os três candidatos (Jocemar-Luis Augusto-Érica) e o deputado federal Giovani Cherini (PL) teriam utilizado as dependências da sede do Conselho Tutelar do município em benefício ou favorecimento direto de suas candidaturas. De acordo com a ação, o MDB coloca que os candidatos teriam prometido um carro para as conselheiras tutelares. A ação requer, entre outros itens, a cassação do registro ou diploma dos candidatos Jocemar Barbon, Luis Augusto Schmidt e Érica Fontana, para declarar a inelegibilidade para o atual pleito.

OUTRA AÇÃO
Após o MDB pedir a cassação dos candidatos a prefeito pelo Partido Liberal (PL), Jocemar Barbon, seu vice, Luis Augusto Schmidt, do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e a candidata a vereança do PL, Erica Fontana, dois dias após outra ação foi encaminhada durante a campanha eleitoral, desta vez tendo como autor a coligação PL/PDT, que, entre outros itens, pede a cassação de candidaturas do atual prefeito e então candidato a reeleição Paulo Joel Ferreira (MDB) e seu candidato a vice-prefeito, Robson Klaus (MDB). Segundo citam PL e PDT, médicos proprietários de empresa contratada pela administração municipal gravaram um vídeo pedindo voto aos candidatos do MDB, o que, para a coligação, se configura como prática abusiva a fim de influir no resultado do pleito.

Segundo fontes ligadas a coligação PL/PDT a ação foi aceita e estão sendo intimadas as partes no processo e as testemunhas; ainda não há data marcada para a audiência.

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